Que comentador miserável do Porto Canal.


 

O Sporting Clube de Portugal repudia de forma veemente as declarações proferidas por um comentador do Porto Canal durante a transmissão de um jogo de basquetebol, nas quais o capitão da equipa principal de basquetebol do Sporting CP e internacional português, Diogo Ventura, foi insultuosamente apelidado de “um dos maiores palhaços que o desporto nacional tem”.

Trata-se de uma expressão inadmissível, ofensiva e incompatível com os mais elementares princípios de respeito que devem pautar o comentário desportivo.

A crítica desportiva é legítima. O insulto pessoal não é.

O Sporting CP manifesta total solidariedade com Diogo Ventura, cuja dedicação, profissionalismo e percurso desportivo falam por si.

O Clube orgulha-se de contar com um atleta que representa diariamente os seus valores dentro e fora de campo.
***

Não quis acreditar meus caros sportinguistas no que ouvi. O sujeito em causa não deve continuar ao microfone. Não nos acomodemos, é inaceitável esta perseguição e falta de ética. 

Lição de civismo dentro das 4 linhas.

 Carlo Ancelotti sobre Paolo Maldini: nunca poderia ser comparado à maioria dos defensores modernos.

Hoje, muitos defensores acham que paixão significa mergulhar nos carrinhos, gritar e jogar com agressão constante.

 Paolo mostrou que a verdadeira grandeza, vem do controle.”

Eu me lembro de uma partida da Serie A em que um atacante passou toda a primeira metade a provocá-lo,  empurrando, falando, procurando reações. Maldini nunca respondeu uma única vez.

No intervalo, eu perguntei a Paolo se o atacante lhe estava a incomodar. Ele olhou-me e disse:

 ‘Se ele está falar tanto assim,  significa que já perdeu o foco no jogo.’

Na segunda metade, Maldini dominou completamente, sem fazer jogo sujo. Essa era a sua mentalidade dele. 

Ele derrotava os adversários mentalmente, antes de o fazer, fisicamente.

É por isso que ele era especial. Ele defendia com elegância, inteligência e autoridade  e não com caos.

Carlo Ancelloti

Rui Borges está sempre sobre brasas no Sporting (Nuno Raposo, jornal A Bola)


Nos últimos seis anos, desde 2020 quando começou efetivamente a mudança leonina a dar resultados — e neles brilham três campeonatos nacionais, algo nunca visto em 70 anos —, que o velho Sporting se foi apagando, aos poucos. Mas há resquícios desse leão deprimente que ainda não desapareceram e seria difícil que desaparecessem assim tão depressa. É um processo. E a derrota na final da Taça de Portugal é em si mesmo exemplo disso como o são algumas reações no pós-desastre que se tomadas à letra seriam ainda mais desastrosas, como os 40 anos anteriores a 2020 bem o mostram.

Não foi a primeira vez que o Sporting perdeu com clube de escalão inferior — a época áurea de Ruben Amorim também teve exemplo… — e certamente não será a última. Previsivelmente não voltará a acontecer numa final da Taça de Portugal e porque num jogo decisivo maior o grau do ridículo, só atenuado pela atitude e competência do Torreense, dos jogadores ao treinador e passando pelo staff técnico e dirigente, que valorizou a vitória além do demérito leonino. Mas o que se viu em campo no Jamor por parte dos leões foi um dos mais vincados resquícios de outros tempos.

Foi a atitude, foi o não meter o pé à bola e no acelerador, talvez porque se aproxima o Mundial para uns, o mercado para outros e as duas coisas para alguns desses, que levou ao que se viu. Mas foi sobretudo uma falta de comprometimento que fez lembrar outro Sporting e uma arrogância que podia ser dos campeões, mas que pareceu mais de um grande decadente do passado do que de um vencedor em soberba. Um resquício dum Sporting que os sportinguistas querem meter atrás das costas.

Outro resquício foi o que se viu e ouviu de alguns que têm na demissão do treinador o remédio santo para tudo. Bem sei que há o exemplo de Roger Schmidt e de Bruno Lage em dois passados recentes na Luz que foram usados como comparação com Rui Borges. Mas não faz sentido algum despedir o transmontano agora, numa altura em que se sente o projeto em andamento, o fim de ciclo por todos percebido e admitido a ser assumido e trabalhado e até elogiado neste maio de mercado antecipado.

O fim duma época em Alvalade era previsível, o cansaço de muitos jogadores à procura de outros desafios natural e por isso se começar a trabalhar tão cedo. E isso só pode ser feito com o treinador envolvido. Começar a mudança e mudar a meio do processo seria passo atrás e quem defendeu a demissão e pôs em causa a renovação de Rui Borges foram os mesmo que dias antes elogiavam a estabilidade leonina por contraponto com a indefinição e trapalhada que se vive na Luz. É preciso pouco tempo para dar meia volta e volta e meia na opinião...

Agora também é preciso Rui Borges mudar algumas coisas, desde logo a forma como se assume ao grupo, como pega nas rédeas duma equipa grande que vai agora ser construída a seu gosto. Se entra sobre brasas na temporada? Entra. Mas sobre brasas está sempre a maioria dos treinadores dos grandes, desde que não se chamem, por exemplo, José Mourinho ou Ruben Amorim.

Borges não tem os dons comunicacionais desses, que lhes valem compreensão extra na hora do aperto (é preciso não esquecer o 4.º lugar de 2022/2023…), mas atirá-lo para fora nesta altura não seria só um resquício do velho Sporting, seria um dos piores vícios dele e com os resultados que todos estão bem lembrados.

(Texto de Nuno Raposo, A Bola)

A escolha é nossa.

A derrota na Taça de Portugal foi dura e a frustração é legítima, mas o que mais preocupa é a onda de desrespeito e falta de empatia entre sportinguistas. 

Criticar é necessário, mas insultar, destruir e rotular os outros como "cegos" ou "otimistas ingénuos" não é paixão — é canibalismo emocional.

Chorar sobre o leite derramado dias seguidos não leva a lado nenhum. Os erros devem ser analisados, mas a massa adepta também precisa saber a fronteira entre o bem e o mal. Arrastar um clima de injúrias é destruição.

Já temos rivais a atirar flechas venenosas. Não façamos o trabalho sujo por eles. Unidos, ajudamos o barco a flutuar; divididos, ajudamos a afundá-lo. A escolha é nossa.

Um vosso amigo ao dispor, 

RM



"Revolução com conta, peso e medida: Rui Borges muda o perfil físico do meio-campo do Sporting"



O Sporting, seguindo o ditado de que "no meio é que está a virtude", está a concentrar os seus esforços de contratação exatamente no centro do campo. O objetivo é fazer uma "revolução com conta, peso e medida" neste setor, devido à iminente saída de Morita e ao provável adeus de Hjulmand (além de Daniel Bragança entrar no último ano de contrato).


Para tal, o treinador Rui Borges pediu à direção reforços com maior robustez física (altura e peso) em comparação com os médios atuais. A ideia é fortalecer o meio-campo para duelos mais exigentes no campeonato e na Champions.


Neste contexto, chegam Issa Doumbia (1,90m), Pedro Lima (1,84m) e Silas Andersen (1,90m). O alvo Palhinha (1,90m) também confirma esta mudança estratégica. Atualmente, apenas Hjulmand tem mais de 1,80m no meio-campo, enquanto Morita (o segundo mais utilizado) tem 1,77m e 72kg.


Comparando com a passagem de Rui Borges por V. Guimarães e Moreirense, esta mudança é drástica, pois nesses clubes ele usava médios de perfil semelhante aos atuais do Sporting. A exceção foi Manu (Benfica), com 1,90m, que mais se aproxima do novo perfil pretendido.


Quanto às contratações iminentes: Issa Doumbia (22 anos) chegou a Lisboa para exames médicos e deverá ser o próximo oficializado; Silas Andersen fará o último jogo pelo Hacken no domingo, com negócio fechado em 7M€ + 3M€ em objetivos.

Rumores 🔥🔥

🚨 Rumor 1 

-  David Neres oferecido ao Sporting por agente, estrutura planeja avançar por David Neres caso os alvos principais falhem.


🚨Rumor 2

- Sporting CP tem um 𝗔𝗖𝗢𝗥𝗗𝗢 𝗣𝗥𝗔𝗧𝗜𝗖𝗔𝗠𝗘𝗡𝗧𝗘 𝗙𝗘𝗖𝗛𝗔𝗗𝗢 com João Palhinha, avança o jornal A Bola.

O médio de 30 anos aceita reduzir o salário para voltar a vestir a camisola dos “Leões”, adianta a mesma fonte.



O Sporting na imprensa desportiva....🗞️🗞️🗞️

 

💚

Estágio do Sporting em Lagos arranca em julho

 

A equipa principal do Sporting realiza o estágio de pré-temporada no Cascade Wellness Resort, em Lagos, no Algarve, logo após a primeira semana e meia de julho, hábito mantido desde 2020, segundo o Record.



 A pré-época começa a 30 de junho, na Academia Cristiano Ronaldo, com exames médicos e testes físicos para os jogadores que não vão ao Mundial. 

Seguem-se dois dias de folga e treinos à porta fechada até ao estágio no Algarve, onde estão previstos jogos de preparação no Estádio Algarve. 

O Santos (BRA) sondou um particular, mas as datas não foram viáveis.

Rui Borges terá um plantel reduzido devido aos internacionais no Mundial’2026: Rui Silva, Gonçalo Inácio, Trincão, Maxi Araújo, Zalazar, Diomande, Luis Suárez e Debast (em recuperação).

A Lei de Opção e a carta de desobrigação


A “Lei de Opção”, em vigor em Portugal até 1975, permitia que os clubes de futebol segurassem os seus jogadores mesmo depois da conclusão dos contratos desde que oferecessem, pelo menos, 60 por cento do salário proposto por outro emblema. Em virtude desse condicionamento contratual, os jogadores para se transferirem precisavam do acordo dos seus clubes ou, em alternativa, tinham de obter a “carta de desobrigação”.

Na realidade, a “Lei de Opção” decorria do Decreto-Lei 32 946, de 1943, que regulamentava as transferências de jogadores entre os clubes. A mudança de clube podia ser requerida em três situações devidamente comprovadas, e que era supervisionada pela Direcção-Geral dos Desportos:

a) mudança de residência, por motivo justificado, do desportista para outra localidade;

b) existência de motivo legítimo de incompatibilidade com o meio;

c) impossibilidade, para jogador de comprovados recursos, de progredir por falta de condições no clube a que pertencia.

A legislação não previa, portanto, que o pagamento de um salário mais elevado fosse o motivo da transferência. No início da década de 1950 surgiu a possibilidade dos jogadores conseguirem a “carta de desobrigação” através do pagamento de uma indemnização. Tratava-se de uma situação inovadora, mas que implicava interesse da direcção do clube para negociar com o atleta. Habitualmente, as transferências decidiam-se por acordo entre dois clubes, o do desportista e o que estava interessado nos seus serviços.

Essa tutela em que os jogadores eram mantidos, face à vontade predominante do clube empregador em manter o vínculo desportivo, levou à criação do Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol em 1972. Eram considerados profissionais todos os que auferissem um salário superior a dois mil escudos mensais. Entre outros, a primeira comissão directiva do Sindicato incluiu Artur Jorge, António Simões, Pedro Gomes, Fernando Peres, Rolando, João Barnabé e Eusébio.

Na imagem, a “carta de desobrigação” de Artur Penteadinho concedida pela Direcção do GD Estoril-Praia em 3 de Dezembro de 1963.

O Sporting nos jornais desportivos 🗞️🗞️🗞️


Frederico Varandas e a época de 2025/26

O presidente Frederico Varandas esteve ontem no Estádio Universitário e referiu-se ao desempenho do Sporting na época que agora terminou:

"O balanço da época tem de ser feito em duas fases: o início do campeonato até à final de domingo e depois a final de domingo. Sobre a primeira fase, o Sporting fez uma época muito positiva. Chegou a todas as decisões. Não conseguiu o objetivo principal que era ser campeão. Terminou em segundo lugar, com 82 pontos, os mesmos com que foi campeão em 2024/25. Fez a melhor campanha europeia da história do clube. Fez grandes jogos contra os finalistas da prova. Qualificou-se com muito mérito para a final da Taça.

O Sporting acabou por atingir todas as decisões. Mas ao contrário da época passada, chegámos às decisões e não conquistamos qualquer título. Ficou atingido o objetivo mínimo, muito na visão do adepto, que tem ausência de troféu. Para a Direção, o segundo lugar é um objetivo de grande importância, pois é um objetivo que permite ao Sporting continuar na Champions League. É essa a participação que permite ao Sporting ter capacidade financeira para continuar a fazer crescer o clube e continuar a ter armas para poder estar nas decisões e conquistar títulos. Até 2018, éramos um clube de Liga Europa e agora somos um clube de Champions League. Cumprimos os objetivos mínimos."

Sobre a derrota na final da Taça de Portugal, foi breve, mas claro:

"Perdemos por incapacidade. Não competimos e não tivemos atitude. Queremos jogadores que queiram jogar Champions e estar em Mundiais, mas também que queiram ganhar troféus no seu clube."

 

O Sporting na imprensa desportiva....🗞️🗞️🗞️



Uns saem, outros entram, é a vida do futebolista/desportista!
 Todos têm o direito de querer estar em Ligas mais competitivas e com salários impossíveis de acontecer em Portugal!
Aguardemos por anúncios oficiais porque até lá, a especulação será a nota dominante!

Obrigado Geovany Quenda, 🦁 para sempre!

 

Muito boa sorte e felicidades, eterno leão! 
 💚💙

À Benfica, não. // APB

 


À Benfica, não.❌


O Sporting perdeu a final da Taça contra o Torreense e, perante uma hecatombe desta magnitude, ninguém tem desculpas. Parabéns aos homens da segunda divisão que quiseram mais e conseguiram mais.

O que sobra é bicudo e dado a todo o tipo de bicadas: emocionais, justas, necessárias, maquiavélicas e até maldosas. E o assunto não é para menos.

Se a arte de exigir cabeças tem sempre enorme aceitação popular - e, neste momento, pedir a de Rui Borges é mais popular que uma tourada em Sevilha -, à gestão exige-se frieza. Perder uma Taça neste contexto, pela primeira vez em quase um século de prova, abriu uma ferida na memória do clube. Ainda assim, o futuro não pode ser decidido por plebiscito emocional.


À Benfica, não.❌


Escrevo-o, não por rivalidade pequena, mas por aviso maior. Elevaram Schmidt a herói, fizeram-lhe plantel e, logo após o fecho do mercado, despediram-no e indeminizaram-no. Chamaram Lage, que já havia sido bestial e besta: disputou o título até ao fim, preparou nova época e caiu no início desta. Por fim, entre juras de amor, aura messiânica e inteligente gestão das massas, chegou Mourinho. 

Eis o Benfica que não queremos no Sporting: plantéis feitos para uma ideia e sacrificados nos braços de outra, soprada da tribuna dos estados de alma.

A continuidade de Borges deve estar em cima da mesa. É indispensável clarificar, antes de agosto, se o Presidente e a estrutura nele confiam para a reconstrução que aí vem.

Numa época de montanha-russa, sob a batuta do timoneiro de Mirandela, o Sporting realizou a melhor campanha da sua história na Liga dos Campeões: apurou-se diretamente para os oitavos, protagonizou reviravoltas épicas e caiu nos quartos diante do Arsenal sem se diminuir. Ao mesmo tempo, sofreu a derrota doméstica mais negra da sua história.

Entre tocar o teto europeu e bater no fundo simbólico do Jamor, esvaiu-se o epíteto de melhor futebol praticado em Portugal por uma das equipas ofensivamente mais produtivas do mundo.

No mesmo dia em que saímos do Jamor destroçados, garantimos acesso direto à Liga dos Campeões e quase 50 milhões de euros. Somámos seis jogos ao calendário europeu do Benfica, fizemos cair o Sp. Braga para a Liga Conferência e empurrámos o Famalicão para fora do comboio. O alívio nas contas não atenua a vergonha em campo.

A pergunta é se Frederico Varandas confia verdadeiramente no seu treinador. O mais lógico é manter o treinador com quem se renovou, todavia, aceitar-se-à qualquer decisão do Presidente, desde que seja tão leal, convicta e inteira quanto o futebol permite.

À Benfica, não! ❌

André Pinotes Batista

Obrigado Morita! 💚

 



Felicidades Pessoais e Profissionais!

Serás um 🦁 para sempre!

O futebol recompensa quem se entrega à luta

Um sportinguista, qualquer sportinguista, ficou profundamente envergonhado com a nossa derrota frente ao Torreense. Não acrescento indignado porque do outro lado estava uma equipa digna que se bateu pela vitória. Não sei se os jogadores leoninos consideraram que eram favas contadas, se desvalorizaram os alertas do treinador, mas sempre receei estas finais com equipas teoricamente mais fracas. Fazem das tripas coração e batem-se por alcançar a glória.

O que nós não fizemos. Não dando o máximo, os nossos jogadores tornaram-se vulgares. O Torreense foi um justo vencedor. Honra aos vencedores. Agora, a equipa técnica do Sporting está confrontada com uma situação limite. “Limito-me a dizer objectivamente o que penso. Chegámos ao extremo-limite do perigo”, escreveu Mário Cesariny. É esta a reflexão que domina o meu pensamento, mas vale-me ter uma noção dinâmica da vida, e do futebol em particular.

Por vezes esquecemo-nos, mas na verdade tudo se transforma. Transforma-se o mundo em nós e fora de nós. No futebol essa mudança ainda é mais rápida, até mais imprevisível, e o que foi possível, ainda que num momento tenha sido derrotado, voltará a ser possível, de outra forma, outra vez. O futebol recompensa quem se entrega à luta. Não é uma ciência exacta, mas existem coisas exactas no futebol. Rui Borges não tem dúvidas sobre isso, sabe-o por experiência própria.

Nota - O Sporting conquistou a Taça dos Clubes Campeões Europeus de atletismo. No Jamor houve uma derrota dolorosa, em Castellón, Espanha, um título saboroso. É importante não esquecer as vitórias, tal como as derrotas.

Pedro Gonçalves prepara‑se para o adeus no Jamor.

Um ciclo vitorioso, intenso e inesquecível chega ao fim e todos sabemos o quanto ele deixou de si dentro daquela camisola. 

Clubes árabes e outros mercados já se movimentam, porque talento assim não passa despercebido.

E o Famalicão detém o direito a 10% de uma futura transferência.

Seja qual for o destino, o legado fica.  Pote marcou uma era.  E nós estivemos cá para a vivê-la.


Pedido de opiniões: sei que o Pedro Pote está abaixo das expectativas, mas há motivos para que alguns tantos sportinguistas lhe acenem um amargo adeus? Quero entender estas atitudes, pois que aos meus olhos, o jogador deu muito ao Sporting.

Algo me está a escapar, podem me explicar se faz favor? Obrigado.

Leoas e Leões na luta pelo título europeu

Sporting CP na liderança feminina e masculina da Taça dos Clubes Campeões Europeus de pista

No final do primeiro dia de competição, o Sporting Clube de Portugal lidera - em femininos e masculinos - a Taça dos Clubes Campeões Europeus de pista, que está a decorrer ao longo do fim-de-semana em Castellón, Espanha.

As Leoas ocupam a primeira posição com 127 pontos, mais cinco do que as espanholas do Diputación Valencia Club Atletismo (122). As turcas do Enka Sports Kulübü fecham o pódio (100.5 pontos). Inicialmente, o emblema de Alvalade era segundo, mas um recurso à desqualificação da estafeta 4x100 metros deu razão ao Sporting CP, que voltou à liderança colectiva.

Liliana Cá foi a primeira Leoa a entrar em acção e logo em grande estilo. A lançadora do disco abriu o concurso com 56,15 metros, marca que chegaria para vencer, mas melhorou para 61,89 metros - melhor registo pessoal de 2026 - no quarto ensaio, aumentando a diferença para as restantes atletas. Nos 100 metros, Tatjana Pinto também venceu e com o tempo de 11''21, a melhor marca pessoal do ano. Já os 2'01''16 de Patrícia Silva não chegaram para o triunfo nos 800, mas valeram o segundo lugar.

Tirhas Gebrehiwet, atleta etíope de 19 anos, venceu os 3000 metros com o recorde pessoal de 9'22''20 e Sofia Lavreshina imitou a colega nos 400, correndo em 51''35, novo melhor tempo da carreira na volta à pista. Evelise Veiga foi segunda no triplo salto com 13,26 metros, melhor marca pessoal do ano. Por fim, na estafeta de 4x100 metros que fechou o dia, o quarteto composto por Lorène Bazolo, Tatjana Pinto, Beatriz Castelhano e Rosalina Santos venceu a prova com 44''39, mas foi desqualificado. Contudo, e após recurso Sportinguista, a decisão foi revertida e o triunfo coube mesmo ao conjunto verde e branco.

Os Leões também são líderes da classificação geral, mas com 99 pontos. Ambos com 93 pontos, Club de Atletismo Playas de Castellón (Espanha) e Enka Sports Kulübü (Turquia) também estão no pódio e na luta pelo troféu europeu.

No salto em comprimento, Gerson Baldé confirmou o favoritismo e começou a prova com 8,01 metros no ensaio inaugural. Consistente, o recordista nacional e Campeão do Mundo em pista curta fez 7,98 metros no terceiro salto e venceu a competição tranquilamente. Emmanuel Eseme também confirmou o favoritismo e foi o mais rápido nos 100 metros com 10''01, melhor marca pessoal da temporada e recorde da disciplina na Taça dos Clubes Campeões Europeus de pista.

O lançamento do peso trouxe mais uma vitória Leonina, desta feita com Tsanko Arnaudov a chegar aos 17,95 metros, e Omar Elkhatib (com 45''56, melhor marca pessoal do ano) foi o mais rápido nos 400 metros. Nos 400 metros barreiras, uma excelente segunda metade de prova permitiu a Diogo Barrigana - que lutou pela vitória até ao último segundo - terminar na segunda posição com 50''33. Nuno Pereira também disputou o triunfo nos 1500 metros, mas ficou no segundo lugar com o tempo de 3'51''22.

Logo atrás do vencedor foi, igualmente, o desfecho de Rúben Amaral nos 5000 metros (14'58''80). Já Mykhaylo Kokhan (75,70 metros), no lançamento do martelo, e a estafeta de 4x100 metros (39''35), composta por Carlos Nascimento, Gabriel Maia, Delvis Santos e Emmanuel Eseme, fecharam o primeiro dia com novos triunfos Sportinguistas.

Domingo é dia de continuar a lutar por conquistar os títulos europeus de pista, algo que o Sporting CP já fez em femininos (2016 e 2018) e masculinos (2000).

TAÇA DOS CLUBES CAMPEÕES EUROPEUS DE PISTA - DIA 1

FEMININO
Colectivo
1.º Sporting CP - 127 pontos

Lançamento do disco
1.ª Liliana Cá - 61,89 metros (melhor marca pessoal do ano)

Salto com vara
5.ª Joana Barreto - 3,60 metros

400 metros barreiras
5.ª Juliana Guerreiro - 57''95 (melhor marca pessoal do ano)

100 metros
1.ª Tatjana Pinto - 11''21 (melhor marca pessoal do ano)

Lançamento do dardo
4.ª Jéssica Barreira - 49,62 metros

800 metros
2.ª Patrícia Silva - 2'01''16 (melhor marca pessoal do ano)

3000 metros
1.ª Tirhas Gebrehiwet - 9'22''20 (recorde pessoal)

Triplo salto
2.ª Evelise Veiga - 13,26 metros (melhor marca pessoal do ano)

400 metros
1.ª Sofia Lavreshina - 51''35 (recorde pessoal)

3000 metros obstáculos
4.ª Catarina Carmo - 10'07''22 (recorde pessoal)

4x100 metros
1.º Sporting CP (Lorène Bazolo, Tatjana Pinto, Beatriz Castelhano e Rosalina Santos) - 44''39

MASCULINO
Colectivo
1.º Sporting CP - 99 pontos

Salto em comprimento
1.º Gerson Baldé - 8,01 metros

400 metros barreiras
2.º Diogo Barrigana - 50''33 (melhor marca pessoal do ano)

100 metros
1.º Emmanuel Eseme - 10''01 (melhor marca pessoal do ano e recorde da competição)

Lançamento do peso
1.º Tsanko Arnaudov - 17,95 metros

1500 metros
2.º Nuno Pereira - 3'51''22

Salto em altura
9.º Diogo Oliveira - 1,95 metros

400 metros
1.º Omar Elkhatib - 45''56 (melhor marca pessoal do ano)

Lançamento do martelo
1.º Mykhaylo Kokhan - 75,70 metros

5000 metros
2.º Rúben Amaral - 14'58''80 (melhor marca pessoal do ano)

4x100 metros
1.º Sporting CP (Carlos Nascimento, Gabriel Maia, Delvis Santos e Emmanuel Eseme) - 39''35

Site Sporting 

Há vários jogadores com o coração dividido entre os finalistas da Taça de Portugal

A ligação entre Sporting e Torreense, agora frente a frente na final da Taça de Portugal, é feita pelo futebol e por vários jogadores que vestiram ambas as camisolas. Ao todo, são dez os atletas que representaram os dois clubes centenários, numa história que começou nos anos 50 com João Morais, herói europeu dos leões. Seguiram-se nomes como Paulo Torres e Fábio Paim, a promessa que ainda jogou quatro partidas pelo Torreense em 2011.

🟢⚪✖️🔴🔵

Para Nélson Pereira e Canoa, naturais de Torres Vedras, o jogo tem um sabor especial. Já Joãozinho, ex-jogador de ambos, pede uma grande festa, especialmente para os adeptos do Torreense, reconhecendo o favoritismo do Sporting. Já André Santos, natural da mesma região, admite o coração dividido: “Cresci perto de Torres Vedras, mas o Sporting deu-me tudo. Ganho sempre.”

O Tricampeão nacional termina o campeonato só com vitórias!

 APLAUSOS DE PÉ, É OBRA!


O Sporting goleou o Benfica por 34-22, no Pavilhão João Rocha, num dérbi completamente dominado pelos leões. Embora os campeões nacionais já tivessem o título garantido, o Benfica precisava de vencer para subir ao segundo lugar e garantir o acesso à Liga dos Campeões, dependendo ainda de um desaire do FC Porto.

 Nada disso se confirmou: o Benfica terminou em terceiro e vai disputar a Liga Europeia, enquanto o Sporting celebrou mais uma vitória, fechando o campeonato com 100% de aproveitamento. A equipa da casa nunca esteve em desvantagem, e André Kristensen, guarda-redes, foi peça-chave com várias defesas decisivas. 

O jogo serviu ainda de antevisão para a final da Taça de Portugal, marcada para 7 de junho.

Parabéns Andebol Leonino. 👏👏👏💚

Derrota dos Leões do Basquetebol SCP no 1.º jogo das meias-finais da Liga Betclic.

 

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Azuis e brancos partem na frente nas meias-finais do campeonato após vitória por 81-70

O FC Porto venceu o Sporting por 81-70, no Pavilhão João Rocha, num clássico onde os portistas foram claramente superiores. 
A equipa fez uma exibição brilhante, roubando o fator casa ao Sporting, que havia terminado a fase regular em segundo lugar.

Cornelius Hudson foi o grande destaque do jogo, com 27 pontos e sete ressaltos, sendo decisivo para o domínio azul e branco. Omlid também brilhou, registando nove pontos e quinze ressaltos.

Pelo lado leonino, o belga Stephan Swenson foi o melhor marcador, somando ainda cinco assistências. Francisco Amarante contribuiu com 12 pontos, três assistências e três ressaltos, enquanto o norte-americano Brandon Johns Jr. alcançou 12 pontos e quatro ressaltos.

O FC Porto adiantou-se no marcador pouco antes dos três minutos de jogo e nunca mais deixou o Sporting aproximar-se. Os leões só foram superiores no terceiro período, vencendo por 18-17, mas a resposta portista no último quarto foi avassaladora: uma vantagem de cinco pontos tornou impossível ao Sporting evitar a derrota.

O segundo jogo desta meia-final está agendado para segunda-feira, dia 25 de maio, novamente no Pavilhão João Rocha.
🏀🏀🏀🏀🏀🏀🏀🏀


Gus Romano ofereceu um retrato a óleo a Hidemasa Morita

 

A acompanhar a pintura estava ainda um pergaminho escrito em japonês com a seguinte mensagem: 

"A História faz-se com troféus . Mas alguns jogadores, tornam-se um legado e fazem parte de um sonho. Obrigado por conectares o Japão ao Sporting Clube de Portugal. 

Pintei com respeito, admiração e gratidão. Pintei com respeito, admiração e gratidão. Obrigado pelas lembranças incríveis", escreveu o artista.

Hoje é dia de Taça!

A final da Taça de Portugal marca o final da época desportiva do Sporting. É longo o caminho percorrido desde Julho de 2025, marcado por sucessos, nomeadamente na Liga dos Campeões, mas também pelo insucesso no campeonato nacional e pela decepção por não ter sido alcançado o tri. A final com o Torreense pode equilibrar algo quando se proceder à avaliação do que foi o desempenho leonino nesta temporada.

Na antevisão do jogo, Rui Borges alertou que o Torreense vive um momento histórico, é merecedor de estar na final, vai lutar pelo troféu e procurar vencê-lo. Os jogadores sportinguistas têm de provar que estão preparados para a exigência do desafio. “Este é um troféu especial, uma atmosfera especial, é exigência máxima, merecemos, tal como o Torreense merece estar aqui”, sublinhou o treinador do Sporting.

Não pensamos qualquer coisa em qualquer sítio e momento. O sítio e o momento determinam o que pensamos. Quando os nossos atletas subirem ao relvado do Jamor a nossa ilusão feita de memória e ambição estará com eles cientes que não lhes faltará garra e coração para superarem o adversário vencendo esta última prova. O lugar do troféu é no Museu Sporting!

“João Coração de Leão”

João Matos vai terminar a carreira no final desta época, aos 39 anos. O anúncio foi feito pelo Sporting, nas redes sociais, através de um vídeo, que conta com um testemunho do internacional português. “Por onde é que eu posso começar? Foram mais de duas décadas, uma vida inteira dedicada ao mesmo símbolo, ao mesmo sonho, à mesma paixão. Entrei nesse clube miúdo, cheio de sonhos, cheio de desejos, cheio de ambições. Saio homem, saio capitão, saio pai, saio campeão e saio eternamente Sporting”, afirmou o histórico capitão leonino da equipa de futsal.

João Matos, “João Coração de Leão”, constitui um caso notável, talvez único, no universo desportivo sportinguista. Jogador de futsal, ingressou nas escolas do Sporting em 2001 e chegou ao plantel principal na época de 2005/06, tornando-se então numa das maiores referências da modalidade em Portugal. Pela sua maturidade e capacidade de liderança recebeu a braçadeira de capitão de João Benedito quando este terminou a carreira.

Integra por direito próprio o núcleo central da história extraordinária, dos sinais de glória e de afirmação clubista do futsal leonino. Esteve presente nas grandes conquistas na última década e meia, e, sendo o capitão de equipa, é realçada por todos a maneira como sempre transmitiu aos seus companheiros a força, coragem, combatividade e ambição imprescindíveis para alcançar o triunfo.

O futsal português não estará apenas a despedir-se de um atleta extraordinário, trata-se de um dos maiores capitães da história da modalidade. Ao longo da carreira, João Matos conquistou 44 títulos, entre os quais 12 campeonatos nacionais e três Liga dos Campeões. Por Portugal, venceu um Campeonato do Mundo e dois Campeonatos da Europa.

 


DESTAQUE

Rumo ao Blix em definitivo - por favor, mantenham a família 'Camaroteana' junta e unida.

Caros leitores e comentadores, O caminho faz-se caminhando e, após a experiência um tanto frustrada no Blogger, decidimos que é hora de muda...

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