Recentemente, houve mais um capítulo na relação complicada entre Frederico Varandas e as claques do Sporting. Em divergência com a maioria dos grupos organizados de adeptos (GOA), o presidente reuniu-se esta semana com representantes para discutir um possível acordo. Atualmente, apenas a Brigada Ultras é reconhecida oficialmente, ao contrário da Juventude Leonina, Directivo Ultras XXI e Torcida Verde, que enfrentam restrições.
Varandas também revelou ter consultado a UEFA sobre a criação de uma zona de 'safe standing' no Estádio José Alvalade, condicionada à adesão dos GOA a uma zona ZCEAP para identificação dos adeptos, medida rejeitada pela maioria dos ultras, só a Brigada integra essa área, localizada no setor B12.
Além disso, a SAD propôs a relocalização das sedes das claques, algumas das quais estão atualmente fechadas ou envolvidas em litígios para desocupação. Uma fonte do Sporting confirmou a reunião, mas não adiantou detalhes.
Se houver acordo, as claques poderão voltar a ser oficialmente reconhecidas, o que não acontece desde 2019, quando Varandas cessou o protocolo com Juve Leo e Directivo, e em 2025, com a Torcida. Atualmente, as claques ocupam diferentes sectores do estádio, com a Brigada no B12, Juve Leo e Torcida na Superior Sul, e Directivo na bancada Norte, este último dividido internamente.
Qual é o vosso parecer sobre este assunto? Concordam, discordam?

ResponderEliminarHá inúmeras vantagens em regularizar a relação entre o Sporting e as claques, agora designadas por grupo organizado de adeptos. No entanto, as claques têm a obrigação de apoiar as equipas do Clube, não recorrendo à a violência física ou verbal contra atletas, treinadores, técnicos, dirigentes e outros sócios. Não é aceitável que obriguem o Clube a pagar multas de milhares de euros ou que recorram à violência espontânea ou instigada.
Concordo inteiramente com o comentário anterior. Não é correcto nem justo que esses adeptos prejudiquem o clube a todo o momento, atirando tochas para o relvado e obrigando a este a suportar as multas consequentes.
EliminarSe não se querem organizar, o clube tem de arranjar forma de os identificar e obriga-los a suportar as multas.
Seria muito bom chegarem a acordo, e quando há acordo significa que ambas as partes cederam em algo, por outras palavras, que sejam legalizadas, se juntem no mesmo sector do estádio, mas obedecendo às regras instituídas para o efeito, não vale nem pode valer tudo.
ResponderEliminarQue venham e sejam reconhecidos, mas com uma condição: estarem todos identificados e só com essa identificação poderem entrar no estádio.
ResponderEliminarAssim quando se comportarem que nem uns animais será fácil para o clube e para a polícia incriminar essa escumalha.
Seria importante, para o clube e para as claques, que chegassem a acordo e as claques estivessem todas juntas, pois o seu apoio à equipa no estádio José Alvalade seria muito maior. Acabava a pirotecnia, que já feriu sócios no estádio, acabavam as multas, e para as claques seria melhor, pois teriam algum desconto em bilhetes e apoio a deslocações para apoiar as nossas equipas. Mas, não acredito, pois para isso teriam que estar numa zona do estádio ZCEAP (com identificação dos adeptos) e isso eles não querem, só a Brigada Ultras não se importa disso. Quem não deve não teme. Vamos ver, mas sem esperança.
ResponderEliminarOs adeptos não o centro do desporto, os atletas é que são. Os adeptos não devem pôr o clube em trabalhos, devem trabalhar em prol do clube. Estes grupos colocam-se em bicos de pés, pouca receita dão ao Sporting para poder investir em jogadores, e ainda dão despesa com multas. A única coisa que sabem fazer é ruído, mas são mais as vezes que o usam para causar instabilidade interna, do que para oprimir os adversários.
ResponderEliminarÉ um disparte haverem tantas claques. Parecem quintinhas, nem para eles prestam. Querem estes tipos porem-se em pé de igualdade com a Direcção do clube, como se representassem alguma coisa. Não querem dar a cara, mas querem privilégios. Acho que a melhor opção era a extinção destas claques todas e a criação de uma nova claque, porque as que existem, particularmente a Juventude Leonina, têm um passado tenebroso.
As claques são indispensáveis tem é que se defenir quais são as suas responsabilidades e os seus direitos.
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