Cada um de nós vive, frequentemente, num labirinto provocado pelas nossas opções de vida, o que é próprio da condição humana. As nossas escolhas são, no essencial, reflexos de nossa humanidade. Elas mostram que somos seres em constante evolução, moldados pelas nossas experiências e memórias. Longe de serem falhas, são evidências da nossa capacidade de adaptação e também das nossas ambições. O que realmente importa é a autenticidade com que vivemos as nossas escolhas, frequentemente complexas, e que são janelas para o conhecimento da alma humana. Vai partir atrás de um sonho, efémero que seja. Despediu-se com tristeza porque é (ainda) muito feliz no Sporting.

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